No encerramento das comemorações do centenário do nascimento de Màrius Torres, o Ajuntament de Lleida, terra-natal do poeta, convidou a OVNI a levar até à Catalunha a apresentação da sua mais recente edição, A Cidade Longínqua, a 13 de Janeiro pelas 19.00h locais, na Sala Alfred Perenya do Institut Municipal d’Acció Cultural (IMAC) de Lleida.
A paixão e a obsessão interferem seriamente na nossa relação com a realidade. Deve ser por isso que o desencontro amoroso, e em particular a traição, se revestem de poderes de sedução temíveis, incitando a investigações sem fim.
É na procura do sentido, com a consciência dos limites da linguagem e da nossa relação com as palavras, que a poesia toma forma e ganha substância. O título do livro é para isso que aponta. Para a encenação poética da procura e da reconstrução do sentido da experiência.
No encerramento das comemorações do centenário do nascimento de Màrius Torres, a OVNI a levou até à sua terra-natal, Lleida, na Catalunha, a sua mais recente edição: A Cidade Longínqua.
No encerramento das comemorações do centenário do nascimento de Màrius Torres, o Ajuntament de Lleida, terra-natal do poeta, convidou a OVNI a levar até à Catalunha a apresentação da sua mais recente edição, A Cidade Longínqua, a 13 de Janeiro pelas 19.00h locais, na Sala Alfred Perenya do Institut Municipal d’Acció Cultural (IMAC) de Lleida.
José Fialho Gouveia recebeu Joan Margarit no Bairro Alto, durante a sua passagem por Lisboa em Dezembro. Em exibição a 12 de Janeiro, pelas 23.30h na RTP2.
Joan Margarit estará na próxima segunda-feira, dia 14 de Dezembro, na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, para apresentar Casa da Misericórdia, o mais recente livro publicado pela ovni. Contará com a participação do escritor Fernando Pinto do Amaral e dos tradutores Rita Custódio e Àlex Tarradellas.
Joan Margarit afirma que a primeira noção que tem do poema não é apenas verbal, e que nem sempre uma ou várias línguas são suficientes para conseguir entrar no lugar onde o poema aguarda.
Instituições de extrema dureza mas quando tudo à volta era ainda mais duro e, por isso, eram abrigos modestos mas inestimáveis. Para Margarit, a poesia é como uma Casa da Misericórdia: pode não servir para muito, mas a vida seria muito pior sem o amparo dos seus versos.
Henrique Manuel Bento Fialho
Estas estórias começaram, segundo o autor, «[…] a ser escritas na casa de banho, tendo acabado em livro depois de se lhe juntarem as memórias da infância, as memórias da traficância e algumas observações sobre o mundo em que sobrevivo. Esta é uma obra incompleta. Qualquer semelhança com nada é tudo. Se [...]