O espelho atormentado

O espelho atormentado

Os poemas de Russell Edson definem um padrão de difícil comparação, sobretudo pelo vigor e magia das suas criações, com frequência situações banais distorcidas de modo bizarro.


O alienista e outras raridades

O alienista e outras raridades

Machado de Assis
Como contista, género que ajudou a implantar e a que deu singular prestígio, Machado não tem certamente quem se lhe compare nas literaturas de língua portuguesa. Escreveu muitos contos, que circulam em volumes diversos. As antologias fizeram de alguns desses contos verdadeiros clássicos; outros estarão ainda por explorar. Neste volume, com selecção e [...]


Sorrentino: novo volume e microsite

Sorrentino: novo volume e microsite

A ovni prepara-se para publicar o segundo volume de contos de Fernando Sorrentino em Portugal. Aproveitamos também a oportunidade para renovar a informação biobibliográfica do autor com a criação de um microsite, que será actualizado à medida que as novidades forem surgindo sobre esta próxima edição.


A hortaliça: trocadilhos tolos e conduta absurda

A hortaliça: trocadilhos tolos e conduta absurda

“Quando nada acontece, há um milagre que não estamos vendo”, disse Guimarães Rosa. Dessa máxima esquisita nasceu a Hortaliça, numa tarde enfadonha de terça-feira, enquanto nossos redatores empurravam as cutículas com uma chave de fenda e balançavam os pés num banquinho realmente alto, esperando algo interessante cair do teto, com as patas bem abertas, e [...]


Estórias domésticas

Estórias domésticas

Henrique Manuel Bento Fialho
Estas estórias começaram, segundo o autor, «[…] a ser escritas na casa de banho, tendo acabado em livro depois de se lhe juntarem as memórias da infância, as memórias da traficância e algumas observações sobre o mundo em que sobrevivo. Esta é uma obra incompleta. Qualquer semelhança com nada é tudo. Se [...]


Existe um homem que tem o costume de me dar com um guarda-chuva na cabeça

Existe um homem que tem o costume de me dar com um guarda-chuva na cabeça

Fernando Sorrentino cruza o fantástico e o banal, encontra motivos insólitos nas situações mais rotineiras, elevando-as à condição de paradigmas da irrealidade das relações humanas.