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	<title>ovni &#187; Brasil</title>
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		<title>O alienista e outras raridades</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 18:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Álvaro Góis dos Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ficção]]></category>
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		<description><![CDATA[Machado de Assis
Como contista, género que ajudou a implantar e a que deu singular prestígio, Machado não tem certamente quem se lhe compare nas literaturas de língua portuguesa. Escreveu muitos contos, que circulam em volumes diversos. As antologias fizeram de alguns desses contos verdadeiros clássicos; outros estarão ainda por explorar. Neste volume, com selecção e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://www.ovni.org/category/autores/machado-de-assis/" >Machado de Assis</a></h3>
<p>Como contista, género que ajudou a implantar e a que deu singular prestígio, Machado não tem certamente quem se lhe compare nas literaturas de língua portuguesa. Escreveu muitos contos, que circulam em volumes diversos. As antologias fizeram de alguns desses contos verdadeiros clássicos; outros estarão ainda por explorar. Neste volume, com selecção e prefácio de João Camilo, figuram alguns dos seus melhores e mais populares textos.</p>
<h6>230 páginas<br />PVP: <span class="yak_price">15,60 EUR</span><br />Preço online: <span class="yak_price">15,60 EUR</span><br />código 100201<br />isbn 978-989-8026-02-6</h6>
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		<title>Machado de Assis</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 13:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Álvaro Góis dos Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autores]]></category>
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		<description><![CDATA[Nasceu no Rio de Janeiro em 1839 e aí morreu em 1908. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras em 1896, de que viria a ser o primeiro presidente. É considerado um dos mais importantes escritores brasileiros de todos os tempos.
A crítica tem chamado a atenção para a influência que alguns escritores franceses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu no Rio de Janeiro em 1839 e aí morreu em 1908. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras em 1896, de que viria a ser o primeiro presidente. É considerado um dos mais importantes escritores brasileiros de todos os tempos.</p>
<p>A crítica tem chamado a atenção para a influência que alguns escritores franceses (Maupassant, Xavier de Maistre, Pierre Loti)  e ingleses  (Laurence Sterne) terão exercido sobre a obra de Machado de Assis. Mas não pode ignorar-se a própria tradição do romance brasileiro (José de Alencar é o escritor anterior mais importante) nem o conhecimento que também tinha da literatura portuguesa (Almeida Garrett, Júlio Dinis, Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós). Alguns dos seus romances  e dos seus contos são considerados obras-primas do género.</p>
<blockquote><p>«[...] todo esse trabalho levava-lhe o melhor e o mais do tempo. Mal dormia e mal comia; e, ainda comendo, era como se trabalhasse, porque ora interrogava um texto antigo, ora ruminava uma questão, e ia muitas vezes de um cabo a outro do jantar sem dizer uma só palavra [...]» </p></blockquote>
<p>Como contista, género que ajudou a implantar e a que deu singular prestígio, Machado não tem certamente quem se lhe compare nas literaturas de língua portuguesa. Escreveu muitos contos, que circulam em volumes diversos. As antologias fizeram de alguns desses contos verdadeiros clássicos; outros estarão ainda por explorar.</p>
<p><object width="400" height="226"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1993495&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ff6600&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1993495&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ff6600&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="226"></embed></object><br /><a href="http://vimeo.com/1993495?pg=embed&amp;sec=1993495" onclick="javascript:urchinTracker ('/outbound/article/vimeo.com');">Sorrentino sobre Machado</a> no <a href="http://vimeo.com?pg=embed&amp;sec=1993495" onclick="javascript:urchinTracker ('/outbound/article/vimeo.com?pg=embed&amp;sec=1993495');">Vimeo</a>.</p>
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		<title>A hortaliça: trocadilhos tolos e conduta absurda</title>
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		<pubDate>Sun, 10 May 2009 22:12:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Álvaro Góis dos Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[almanaque]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
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		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[“Quando nada acontece, há um milagre que não estamos vendo”, disse Guimarães Rosa. Dessa máxima esquisita nasceu a Hortaliça, numa tarde enfadonha de terça-feira, enquanto nossos redatores empurravam as cutículas com uma chave de fenda e balançavam os pés num banquinho realmente alto, esperando algo interessante cair do teto, com as patas bem abertas, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>“Quando nada acontece, há um milagre que não estamos vendo”, disse Guimarães Rosa. Dessa máxima esquisita nasceu a Hortaliça, numa tarde enfadonha de terça-feira, enquanto nossos redatores empurravam as cutículas com uma chave de fenda e balançavam os pés num banquinho realmente alto, esperando algo interessante cair do teto, com as patas bem abertas, e devolver a coerência que se perdeu há algum tempo (criança doente, ligar para). Nosso jornalzinho nasceu sem nome, sem nexo, sem propósito e sem chance, inspirado em uma matéria do Reader&#8217;s Digest: “Fadiga: o que é e como vencê-la”. Nossas edições sairão sempre que der, semanal ou anualmente (o que vier primeiro), entupidas de textos sem o menor interesse e ilustrações igualmente inócuas.</p></blockquote>
<p>É com este editorial que se apresenta <em><a href="http://www.hortifruti.org/" target="_blank" onclick="javascript:urchinTracker ('/outbound/article/www.hortifruti.org');">A Hortaliça</a></em>, um curioso almanaque editado pela paulista Vanessa Barbara desde Janeiro de 2002, e que chega agora à edição 77. Repleto dos textos mais díspares, desde um singelo conselho de Frank Zappa a cartas dos leitores sobre o acordo hortifrutigráfico, A <em>Hortaliça</em> merece um lugar especial nas nossas leituras: é o exemplo de que por mais absurdo que um texto possa ser/parecer, não há tempo perdido quando o engenho se sobrepõe à inércia.</p>
<p>Jornalista, nascida em São Paulo em 1982, Vanessa Barbara colabora com a revista <em>Piauí</em> para além de editar <em>A Hortaliça</em>. Publicou em 2008 <em>O Livro Amarelo do Terminal</em>, pela editora Cosac Naify, livro-reportagem sobre a estação rodoviária do Tietê. É ainda co-autora, com Emilio Fraia, de <em>O verão do Chibo</em> (Objetiva, 2008).</p>
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