livraria
Margarit no Bairro Alto
José Fialho Gouveia recebeu Joan Margarit no Bairro Alto, durante a sua passagem por Lisboa em Dezembro.
A não perder a exibição na RTP2, 12 de Janeiro, cerca das 23.30h.
Bairro Alto é um espaço de conversa «… com figuras que têm algo para dizer sobre si e sobre o que fazem. José Fialho Gouveia entrevista artistas, ensaístas, cientistas, gente da moda e do espectáculo, gente do pensamento e da acção, portugueses e estrangeiros. O tom é próximo, informal. E as perguntas pedem mais que as habituais respostas politicamente correctas. Bairro Alto é um face a face com ritmo e sem mesa.»
Mais informações no microsite de Joan Margarit.
Margarit é uma das grandes figuras da poesia catalã contemporânea e viu, em 2008, ser-lhe conferido pelo Ministério da Cultura de Espanha o Prémio Nacional de Poesia, precisamente por Casa da Misericórdia, honra atribuída à obra de poesia que mais se destaca em qualquer uma das línguas oficiais do país. Foi também distinguido com o Prémio Nacional de Cultura, na área da literatura, pela Generalitat de Catalunya, Prémio Cavall Verd, Prémio da Crítica Catalã e com o Prémio Rosalía de Castro.
Esta edição, em versão bilingue, foi publicada com o apoio do Instituto Ramon Llull. A tradução é de Rita Custódio e de Àlex Tarradellas.
edição bilingue
156 páginas
PVP: 13,50 EUR
Preço online: 13,50 EUR
código 100301
isbn 978-989-8026-07-1
Joan Margarit na Casa Fernando Pessoa
Joan Margarit estará na próxima segunda-feira, dia 14 de Dezembro, na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, para apresentar Casa da Misericórdia, o mais recente livro publicado pela ovni.
A apresentação contará com a participação do escritor Fernando Pinto do Amaral e dos tradutores, Rita Custódio e Àlex Tarradellas.
Mais informações no microsite de Joan Margarit.
Margarit é uma das grandes figuras da poesia catalã contemporânea e viu, em 2008, ser-lhe conferido pelo Ministério da Cultura de Espanha o Prémio Nacional de Poesia, precisamente por Casa da Misericórdia, honra atribuída à obra de poesia que mais se destaca em qualquer uma das línguas oficiais do país. Foi também distinguido com o Prémio Nacional de Cultura, na área da literatura, pela Generalitat de Catalunya, Prémio Cavall Verd, Prémio da Crítica Catalã e com o Prémio Rosalía de Castro.
Esta edição, em versão bilingue, foi publicada com o apoio do Instituto Ramon Llull. A tradução é de Rita Custódio e de Àlex Tarradellas.
(A fotografia que ilustra este artigo é da autoria de Txelu Angoitia e foi publicada no sítio do Instituto Ramon Llull.)
edição bilingue
156 páginas
PVP: 13,50 EUR
Preço online: 13,50 EUR
código 100301
isbn 978-989-8026-07-1
Casa da Misericórdia
Joan Margarit
Num período inclemente como o que sucedeu à Guerra Civil de Espanha, as Casas da Misericórdia estavam muito presentes, acudindo aos mais necessitados, em especial aos órfãos. Eram instituições de extrema dureza mas, como lembra Joan Margarit, tudo à volta era ainda mais duro e, por isso, estas Casas eram abrigos modestos mas inestimáveis. Para Margarit, a poesia é como uma Casa da Misericórdia: pode não servir para muito, mas a vida seria muito pior sem o amparo dos seus versos.
Joan Margarit é uma das grandes figuras da poesia catalã contemporânea e viu, em 2008, ser-lhe conferido pelo Ministério da Cultura de Espanha o Prémio Nacional de Poesia, precisamente por Casa da Misericórdia, honra atribuída à obra de poesia que mais se destaca em
qualquer uma das línguas oficiais do país. Foi também distinguido com o Prémio Nacional de Cultura, na área da literatura, pela Generalitat de Catalunya, Prémio Cavall Verd, Prémio da Crítica Catalã e com o Prémio Rosalía de Castro.
Esta edição, em versão bilingue, foi publicada com o apoio do Instituto Ramon Llull. A tradução é de Rita Custódio e de Àlex Tarradellas.
edição bilingue
156 páginas
PVP: 13,50 EUR
Preço online: 13,50 EUR
código 100301
isbn 978-989-8026-07-1
Estórias domésticas
Henrique Manuel Bento Fialho
Estas estórias começaram, segundo o autor, «[…] a ser escritas na casa de banho, tendo acabado em livro depois de se lhe juntarem as memórias da infância, as memórias da traficância e algumas observações sobre o mundo em que sobrevivo. Esta é uma obra incompleta. Qualquer semelhança com nada é tudo. Se a quiser arrumar numa estante, sugiro-lhe um lugar entre as prosas e os poemas. Um lugar de problemas.»
169 páginas
PVP: 9,80 EUR
Preço online: 9,80 EUR
código 100501
isbn 978-989-8026-05-7
O espelho atormentado
Russell Edson
Os poemas de Russell Edson definem um padrão de difícil comparação, sobretudo pelo vigor e magia das suas criações, com frequência situações banais distorcidas de modo bizarro. Insinuam-se com a simplicidade e a surpresa de um relato de humor sobre um acontecimento estranho, mas avançam numa lógica alternativa para um desfecho imprevisível. Desafiando a interpretação mais simples – que o estilo poderia fazer supor –, abundam referências sexuais e escatológicas, numa metamorfose constante, que tanto desorienta o leitor quanto a personagem mais sacrificada, que estimula o riso e o desconforto com igual propriedade.
edição bilingue
178 páginas
PVP: 13,30 EUR
Preço online: 13,30 EUR
código 100001
isbn 978-989-8026-01-9
O som atinge o cimo das montanhas
João Camilo
É uma obra que circula entre a prosa poética e a minificção, num jogo que revela um envolvimento profundo, uma capacidade de abordar o universo da intimidade e de o traduzir de forma singular, surpreendente, comovente. Sem que a exposição a que (se) submete o sujeito seja estorvo.
108 páginas
PVP: 8,90 EUR
Preço online: 8,90 EUR
código 100401
isbn 978-989-8026-04-0
O alienista e outras raridades
Machado de Assis
Como contista, género que ajudou a implantar e a que deu singular prestígio, Machado não tem certamente quem se lhe compare nas literaturas de língua portuguesa. Escreveu muitos contos, que circulam em volumes diversos. As antologias fizeram de alguns desses contos verdadeiros clássicos; outros estarão ainda por explorar. Neste volume, com selecção e prefácio de João Camilo, figuram alguns dos seus melhores e mais populares textos.
230 páginas
PVP: 15,60 EUR
Preço online: 15,60 EUR
código 100201
isbn 978-989-8026-02-6
Felix culpa
Clara Pracana
Felix Culpa é um estudo de reflexão teórica e de análise, um ensaio sobre a culpa, nas suas diversas manifestações, conteúdo e elaboração, tanto a nível do psiquismo individual, como a nível colectivo. Pensar a culpa é perseguir o seu vocabulário. As suas manifestações na literatura, e na cultura em geral, são inumeráveis. Pensar a culpa é perseguir a sua fala. Aquiles, Heitor, Helena, Agamémnon, Orestes, Édipo, Jocasta, Antígona, Ájax, Penteu, Tirésias Um mundo de falas que falam por si e por todos nós. A poesia encenada, falada, escrita. A linguagem, o material que a psicanálise utiliza. Que melhor lugar para procurar o embrião da culpa, prenúncio de cultura, do que a matriz original da cultura ocidental? Como conceito, e de um ponto de vista epistemológico, não é fácil de definir. Faz parte da linguagem corrente, permeia a literatura desde há séculos, está omnipresente na religião, inscreve-se nos mitos, na filosofia, na arte. Como representação, a culpa aparece ligada à falta, ao pecado, ao crime, à transgressão, à punição, à expiação. Ao mal. Como afecto, é desagradável, mesmo penosa. Tão contagiosa quanto a angústia, invade o consultório do analista, como Freud bem notou, por vezes sob a forma da mais temível das aparições, a reacção terapêutica negativa: a reacção do paciente que parece agarrar-se, com todas as forças, à doença. Se excessiva e patológica, a culpa pode passar de culpa feliz (isto é, feliz para o psiquismo, para a capacidade de socialização e para a construção da civilização) a culpa infeliz (para o Eu). É a depressão, que pode chegar a ser melancolia. Malinconia, como dizia o nosso rei D. Duarte, que tão bem descreveu essa condição. O sentimento de culpa, e as suas consequências, tanto a nível individual como a nível da sociedade, dizem respeito a todos nós, e não são alheios a alguns fenómenos, como o da violência, que as nossas sociedades vivem.
328 páginas
PVP: 22,50 EUR
Preço online: 22,50 EUR
código 200101
isbn 978-989-8026-06-4
Existe um homem que tem o costume de me dar com um guarda-chuva na cabeça
Fernando Sorrentino
Com tradução de António Ladeira e Helder Semmedo, é o primeiro de dois volumes de contos deste autor argentino que a OVNI edita em Portugal, e inclui algumas das suas criações mais desconcertantes. Num estilo que não é facilmente classificável, Sorrentino cruza o fantástico e o banal, encontra singularidades e motivos insólitos nas situações mais rotineiras, elevando-as à condição de paradigmas da complexidade e da irrealidade das relações humanas. Inconfundível na forma como recorre à ironia e ao humor para pôr a nu a brutalidade e estupidez de muitas das normas sociais mais arraigadas.

